quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Entre a loucura real e a loucura fingida Hamlet perguntaria: "To be or not to be?"...

Mário Crespo ao criticar o chefe da Casa Civil da Presidência da República, Nunes Liberato, por este ter optado "por uma via de papel timbrado da presidência para mandar uma comunicação ao seu grupo" em vez de lhe "mandar, porque tinha toda legitimidade para isso, uma carta ou mandar um mail para tentar falar com ele ao telefone, se ele (Mário Crespo?) atendesse o telefone, ou se ele (Mário Crespo?) tivesse disponibilidade", confirma que as pressões que condicionam a liberdade de expressão de alguns jornalistas de elite, que querem elevar as suas disputas particulares a casos de uma classe, não passam de um deplorável acto de promiscuidade entre a política e os grandes grupos dos média!

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